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Decoração, Sustentabilidade

5 verdades que você deve saber sobre: decorar com recicláveis

Síndrome da mãe Lucinda: foge já!

Tá na onda dessa internet de meu Deus: vamos reciclar o planeta, vamos reaproveitar nossos recicláveis que é pop, é cult, é sucesso!
E sim, sou mega adepta à essa onda. Mas tem muita gente que torce o nariz para o ato, e reprova qualquer iniciativa de reutilizar materiais recicláveis na decoração. Toda essa repulsa é resultado da cultura consumista somada às cagadas que vemos por aí, usando os recicláveis e dando fama de “casa da Mãe Lucinda” a qualquer tutorial com o conceito.
Tem como acertar? Tem! Consulte sempre a net e veja o que é feito por aí, o que é bonito, o que não é. E siga as dicas abaixo para evitar gafes de marinheiro de primeira viagem. Bora reciclar!

1- Miolo do papel higiênico não pode ir à mesa: há uma infinidade para reuso daquele miolo craft que sustenta o rolo do papel higiênico, o item mais descartado numa casa. Dentre as opções, vi um bocado de noivas utilizando o material para confeccionar porta guardanapo para suas festas. Você pode encapar com tecido e deixá-lo lindo, porém não é a beleza que me preocupa, e sim a proximidade com o alimento que este objeto terá. O que está no ambiente do banheiro não se mistura nunca com a cozinha, é regra básica de higiene. Ou você usa a mesma esponja para limpar a pia do banheiro e a pia da cozinha?

2- Caixote de feira precisa de preparo: os feirantes vão embora e deixam sempre aquela pilha enorme de caixotes sobre as calçadas, brilhando os olhinhos de quem ama decoração rústica. É um dos itens mais usados atualmente na decoração pop, porém não basta tirá-lo da rua e colocar na sua sala, sem uma gota de tinta ou verniz. A madeira (ou compensado) usado neste tipo de caixa está em constante contato com umidade e pode apresentar mofo com o passar do tempo, além de grandes chances de sofrer com líquidos dos legumes estragados. Parafusos e grampos desrregulares também podem ser encontrados nesta peça e precisam de uma batidinha do martelo para ficar no lugar. Limpar, lixar, envernizar ou pintar é o roteirinho básico, porém certeiro para quem quer investir na tendência.

3- Desinfete a garrafa de vidro: assim como o caixote precisa de limpeza (na verdade, tudo que for reaproveitado precisa ser limpo), a garrafa precisa ser bem higienizada. A garrafa mais usada é a de cerveja, que acumula fungos (eles se ploriferam, lembre disso!) se sobrar um restinho de resíduo que seja no fundo. Detergente + água quente por cima; deixe agir por alguns minutos e enxague com água corrente. Simples e sem erro!

4- Pallet apodrece: se não for preparado. Pallet é lindo, pallet é amor! Mas já sofreu deformações, chuva, pancadas, e pilhas enormes de peso. Esta é a função de um pallet, ser a base para movimentar grandes pilhas de objetos. Ele automatiza esse transporte e economiza tempo operacional. Ou seja, é ele que sofre todos os impactos e sujeiras. Antes de escolher um usado, observe toda sua estrutura, e se sua resistência está em dia (suba em cima e dê uns pulinhos de leve…rs) para não sofrer com um desabamento de móveis feitos dele.

5- Garrafa pet é bonita cheia… de refrigerante: taí um ponto polêmico. Tem gente que simplesmente ama (são a minoria) o uso deste material. Mas boa parte do preconceito com a reciclagem é o mau uso da garrafa pet na decoração. O verde típico limite muito o reuso e é tão marcante que é quase impossível “disfarçar” que o novo objeto foi um refrigerente um dia. Para uso escolar, aqueles cofrinhos e peças infantis, tá liberado sempre, pois o material é de fácil manuseio e isso facilita a inserção da criança no mundo sustentável. Fora isso, evite ao máximo e encaminhe a garrafa à coleta seletiva para ser uma futura garrafinha nova! 🙂

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Letra Caixa – tutorial sustentável

Pra colocar na mesa do bolo, 
pra invejar as colegas da firma, 
pra decorar a porta da maternidade, 
pra fazer um charminho na estante.
Tutorial de letra caixa, fácil fácil, usando materiais recicláveis. 
Nesta eu usei: 1 lado da sacola de papelão, 40cm² de tecido, 2 miolos de papel higiênico, fita crepe, cola branca, tesoura e jornal. Ah, e dá pra usar papel de presente ao invés de tecido. Fica fofo do mesmo jeito! Só lembre de usar um verniz spray, caso use o papel para encapar; assim protege melhor a peça.

Tem uma técnica legal? Conta pra mim!
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Bloquinho fofura – passo a passo

Ma oeee gente linda!
E não é que eu me peguei apaixonada por cartonagem?
Poxa, quanta coisa legal dá pra fazer com a técnica, de convites à maletas.
Daí eu somei essa nova paixão com meu faniquito de ficar com dó de jogar fora toda e qualquer embalagem de papelão (não me julgueeem, juro que não sou maria lixão! HAHAHAHA), e eis que encontro uns bloquinhos espalhados pela casa.
Verdade, né gente. Quem não tem bloquinhos de nota sem graça, distribuídos em feiras e convenções, dando sopa na sua mesa? Dificilmente alguém consegue a façanha de terminar o bloco…
Hora de criar amor pelo bloco e usá-lo até a última folha!
E sai tudo baratex, usando tecido e uma caixinha de aveia + tiquinho de cola e o bendito bloquinho.
O papelão pode ser de caixas de cereais, bombom, sacola de papel, ou comprado. Papelão muito grosso, aqueles que tem um ondulado no meio, não serve, ok?
O tecido é algodão, o mais baratinho, e dá pra comprar o chamado “retalhos”, que são pedaços enormes vendidos em casa de tecido com desconto.

Mãos a obra, gentchy!

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Reciclagem de Disco Vinil

O retrô nunca esteve tão em alta!
Super heróis, estampas da vovó, bules, papéis de carta e disco vinil ganharam cada vez mais força na decoração de pessoas antenadas. Da calça flare (aquele “boca de sino”, sabe?) à almofada com estampa de Chita, o fato é o que peças/objetos que fizeram sucesso há anos atrás, agora fazem o colorido de mutas casas.
E dá pra fazer bonito com peças recicláveis, sem parecer a casa da Mãe Lucinda.
Com um pouco de paciência, pesquisa na internet e coragem para colocar a mão na massa, discos de vinil se transformam em peças únicas, e vão deixar seu cantinho muito mais charmoso.

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